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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Gear's Diary

Gear's Diary foi um dos primeiros livros que comecei a escrever quando adotei a prática de escrever como um hooby, e foi um dos abandonei logo no início. Ele foi a primeira e única obra com o estilo ficção científica que tive o privilégio escrever, porém o abandonei por começar a me interessar pelo estilo fantasia e sobrenatural, os quais ainda são os meus prediletos até hoje.

Abaixo estará, em uma linguagem não muito agradável de se ler, o prólogo inacabado, pois, apesar de ter usado os conhecimentos do curso técnico eu fazia na época, eu deixava para escrevê-lo conforme ia usando tais informações pelo livro. Colocarei-o como conto, porque não irei publicar a história mais a frente. Não o farei por que o livro em si foi uma das minhas primeiras dissertações, quando ainda nem tinha prática ou técnica, então eu teria que editar muito até estar em um nível aceitável (como fiz com este prólogo) para você, caro leitor.

Sem mais delongas, o conto:



Aproximadamente em 1951, foi criado o primeiro inorgânico inteligente: o computador. Este  ocupava um prédio inteiro e era difícil de ser manuseado por possuir alavancas e botões de vários tamanhos e cores.  Ele era composto de circuitos eletrônicos complexos e, como fonte de energia, usava muitas válvulas. A cada vez que uma queimava acabava queimando várias outras em serie – o famoso efeito dominó.  Esta foi a geração 1.

Na geração 2, aproximadamente em 1959, os computadores evoluíram de tamanho para menor, os chamados ENIAC, e possuíam cerca de 18.000 válvulas e pesavam 30 toneladas. Normalmente, o ENIAC queimava após algumas horas de uso e tinha o processamento bastante lento. Ele calculava com velocidade de milésimos de segundos e era programado com linguagem de máquina – código binário (zeros e uns). Apesar de todo esse tamanho, ele fazia 5000 adições, 357 multiplicações e 38 divisões por segundo. Altamente ridícula para os padrões atuais. No lugar de chamar cálculos de cálculos ou ainda de resolução de funções, chamaram-no de processamento. Sua velocidade era de microssegundos.

Já na geração 3, em 1965, os transistores foram substituídos pela tecnologia de CI – Circuitos Integrados – que é a associação de transistores em pequena placa de silício. Alem deles, outros componentes eletrônicos foram miniaturizados e montados num único CHIP, que já processavam em nanossegundos. Os computadores com o CI se tornaram menores e cabiam numa sala pequena. Seu tamanho era de aproximadamente a de um guarda-roupa.

Quando chegou a 4ª geração em 1975, surgiu o microprocessador, fazendo com que os computadores se compactassem e sendo usados em um pequeno racker e usufruindo de varias partes dele. Seu preço diminuiu tanto que pessoas comuns acabavam comprando. Suas versões família fizeram do computador um computador pessoal – PC (personal computer).

A idéia de micro-chip tornou-se eficaz e a miniaturização de todo ele tornou-se eficiente. Microcomputadores, notebooks, palmtops, celulares e muitos outros portáteis fizeram do computador o dia-a-dia de muitos civis.

Até aqui, o que devia ser só para grandes empresas acabou sendo de todos e exigidos por todos. Exigências de facilidade foram feitas e muitos códigos foram se espalhando pala rede eletrônica – a Internet.

Em 1981 surgiu a 5ª geração. A era super. Supercomputadores e superprocessáveis, estes eram usadas para funções militares como a NASA e para pesquisas em laboratórios de alto nível. Sua utilização tornou o mundo mais seguro, e com muita tecnologia tanto em terra firme como no espaço em torno da terra.

O mundo parecia melhor até chegar a Geração 6 em 2297. Portabilidade. Os computadores começaram a usar nanochips e tornaram-se ainda mais populares e poderosos. Uma a cada uma pessoa usa os PCC – personal computer clock. Computadores altamente potentes a base de Blue Tooth – uma tecnologia usada para substituir o montante de fios de um determinado aparelho – alocado no punho: um relógio.

Desde as eras da geração 1, os computadores não eram nada se não podiam armazenas o resultado dos cálculos – os dados – para serem usados mais tarde. Para isso, foi criada uma linguagem criptografada – tecnologia de esconder uma certa mensagem para quem não soubesse ler em tal, não descobrisse o que estava escrito –, a este foi dado o nome de cartão perfurado. Com vários furos, o computador interpretava a função e dava a resposta também em cartão perfurado.

A evolução era eminente e foram criados novos métodos de armazenamento de dados. Pois o cartão perfurado não estava agradando ninguém. Fitas magnéticas tornaram-se eficazes – também conhecidos por disquetes. Discos rígidos trouxeram altas capacidades de  armazenamento. Cd's tornaram-se populares também pelo sua fácil locomoção. DVD's  fizeram da gravação de vídeo uma revolução.

Aproximadamente em 2001, foi-se trabalhado métodos de detectar sinal de vida no espaço. O máximo que conseguiram foi criar um chip para armazenar e detectar amostras biológicas e químicas em expedições espaciais. O lab chip podia ser feito de plástico ou vidro em diversos formatos e tinham, aproximadamente, o tamanho de um polegar.

Mas, em 2155, quando pesquisavam como melhorar a lente de aumento, cientistas resolveram unir a tecnologia robótica com a tecnologia física. Criaram nanochips capazes de destingir cores e formas a metros de distancias a partir de câmeras de vídeo e AIs – Inteligência Artificial.

Quando surgiu os PCCs, as micro-lentes tornaram-se as monitores e ganharam circuitos mais complexos ainda. Enquanto o PCC era encarregado de descriptografar o que a micro-lente via, a micro-lente dava ao seu portador imagens de traços que emulavam cálculos dando a idéia que estava processando informações. Programadores amadores disponibilizaram softwares que cadastravam ondas vocálicas e imagens de pessoas para que o usuário não esquecesse nomes. Outros que sentiam a vibrações de movimentos alertavam ao usuário se alguém estava se aproximando, com o direito de saber se era ou não conhecido a partir da lista de cadastros recentes. Mas, por causa da AI, o usuário pôde programar seu PCC para ter ou não surpresa quando alguém o tampava os olhos ou acionar o infravermelho quando a família estava lhe fazendo um festa surpresa.


Bom, esta é a parte mais interessante do prólogo. Fiz alguma anotações nele, como a necessidade de pesquisar sobre guindastes, pois queria criar um equipamento capaz de substituí-los por simples cintas em volta do busto. Outra idéia que tive era uma possível alternativa para as cadeiras de rodas, mas esta mesmo que nunca fui atrás, por nunca encontrar uma utilidade para a finalidade geral do meu scy-fy. Uma única observação que farei é quanto as datas. Todas elas são verídicas, com exceção óbvia das que ainda não chegaram. Estas, por sinal, para quem entende da área, estão completamente fora da realidade, pois o salto de tempo é enorme. O tempo estimado para uma geração a sua sucessora é de 20 anos, no conto chegou a séculos. Mas, como disse no início da postagem, eu era amador, levem isso em consideração, por favor (risos).

Atenciosamente,
Wodash.

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